O ano tem sido intenso para  Bel Borba. A grande exposição, O Olhar Material, no primeiro semestre, experiência na elaboração da escultura virtual de Janis Joplin em realidade aumentada, no Rio Vermelho, e agora dois novos trabalhos que podem ser vistos nas ruas de Salvador. São murais feitos com makita  (ferramenta com disco de corte utilizado na construção civil).

As obras foram criadas  no final de agosto e estão localizadas na  fachada do Boteco Di Janela, na Saúde, e no muro do  prédio abandonado no Parque Cruz Aguiar (Rio Vermelho), conhecido como Fantasmão.

 

Projetos futuros    

Bel Borba não para de produzir. Da realização de um trabalho, já emenda outro. Isso quando não faz, no mesmo período, dois ou mais. Na véspera   dos 60 anos, o artista   tem projetos em desenvolvimento  para 2016: um com o maestro  Luciano Calazans, de música e performance em pintura. O segundo será com Mauro Castro e envolve realidade aumentada, no Rio Vermelho.

Já em 2017, Bel atravessa o Atlântico. “Irei  fazer exposições na Espanha e possivelmente na Alemanha e Itália.   Do final do ano em diante  vou ter uma presença  cada vez mais constante na Europa”, conta.